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Rio Tietê tem 150 km de 'trecho morto', com água imprópria para uso

Pesquisa é realizada anualmente por ONG

22 setembro 2020 - 09h30Por Jennifer Vargas*

Maior rio do estado de São Paulo, em 2020 o Tietê foi registrado em 150 quilômetros (km) de trecho morto - que inclui qualidade ruim ou péssima - com a água imprópria para uso e inadequada para a vida aquática nessa extensão.

A pesquisa Observando o Tietê 2020 – O retrato da qualidade da água e a evolução dos indicadores de impacto do Projeto Tietê, realizada pela Fundação SOS Mata Atlântica, foi lançada nesta terça-feira (22), no Dia do Tietê.

“É urgente promover a requalificação ambiental das bacias hidrográficas paulistas, com envolvimento de todos os usuários e governos, com ações que começam pela recuperação e a proteção de corpos d’agua urbanos e rurais e que formam a vasta rede de drenagem das bacias hidrográficas da Mata Atlântica”, disse Malu Ribeiro, gerente da ONG.

No ano anterior, o trecho morto alcançou a marca de 163 km, enquanto a menor mancha de poluição já registrada na série histórica do levantamento ocorreu em 2014, quando a extensão do trecho considerado morto foi de 71 km. Em 2020, a qualidade de água ruim ficou dividida em dois trechos – diferente das manchas anteriores que eram contínuas. Os 150 km equivalem a 26,05% da extensão do rio monitorada pelo estudo. 

*Com informações da Agência Brasil