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A Farra com o dinheiro público e o crime em curso da presidente interina do PTB

21 outubro 2021 - 15h04Por Da Redação
A Farra com o dinheiro público e o crime em curso da presidente interina do PTB

A história de chapeuzinho vermelho narrada pelo escritor francês Charles Perralt no século XVII, se repete nos corredores do Partido Trabalhista Brasileiro, que tentou ser conservador, mas se utilizou de valores stalinistas para destruir a família do presidente Roberto Jefferson. Graciela Nienov, presidente interina do PTB, fez como o lobo mau de Perralt. Assim como o lobo se fantasiou de chapeuzinho para enganar a vovó, Nienov se fantasiou de pastora, comprando uma carteirinha de autoridade eclesiástica por R$ 250, da amiga, pastora Lilian de Sá, para entrar no hospital de forma irregular e enganar Roberto Jefferson. 

Sim, destruir os aliados com tiro pelas costas, para alcançar os objetivos são valores stalinistas, um exemplo emblemático foi o homicídio de Trokski a mando do velho amigo de revolução. De forma semelhante, Graciela Nienov, presidente interina da sigla, tenta cotidianamente fomentar o ódio entre Roberto Jefferson e sua filha legítima Cristhiane Brasil, ficando apenas no discurso os valores familiares.

Dessa forma, o partido que buscava um verniz conservador, revelou-se uma fraude no comando de Nienov. O poder subiu sua cabeça, e a moça pobre, que fala errado, que chegou ao PTB sem ter concluído o ginásio se tornou presidente por ter o carinho de filha postiça de Roberto Jefferson. Se lambusou com o poder aumentando seu próprio salário para R$ 33 mil, utilizando-se de um carro blindado, de um flat, com condomínio pago com direito a lavanderia e para os fins de semana, alugou uma mansão ao custo de R$ 13 mil por mês, com direito a cinco suítes, hidromassagem, piscina e cadeira erótica. E as regalias não param por aí. De forma frequente, Graci e suas amigas do PTB Mulher comem em restaurantes luxuosos como Coco Bambu, tirando notas de R$ 1,3 mil, com direito a bacalhau e pastel de camarão, tudo por sua conta meu caro leitor, pois trata-se de dinheiro público do fundo partidário.

Depois da comilança, Graciela Nienov emitiu uma nota de R$ 100 mil para a sua colega Rafaela Armani Duarte de R$ 100 mil, no apagar das luzes do partido, no dia 28 de dezembro, mas o objetivo foi pegar o dinheiro de volta, em uma espécie de rachadinha, para pagar uma cirurgia contra a obesidade. A partir daí, ela começou a emitir notas mais altas, para contratar sua cabeleireira, que virou vice-presidente nacional do PTB Mulher. Tudo isso, ficou conhecido nos bastidores de Brasília como a “Farra das Loiras”. Todos esses documentos já estão em posse do TSE E STF, que certamente vai punir este crime em curso, lembrando que pior do que a corrupção é o mau uso do dinheiro público.

Diante destes fatos, comprovados por uma série de recibos e notas fiscais, de contas não aprovadas do partido desde 2015,  Graciela Nienov e sua trupe enganam o povo que estão negociando a vinda do presidente Bolsonaro, mas na realidade, o afastaram do partido, para manter a farra com o meu e o seu dinheiro.